A Reforma Tributária, regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, marca uma das maiores transformações fiscais do Brasil em mais de 30 anos. Para o setor de concreto, essa mudança não se limita à substituição de tributos: ela impacta diretamente faturamento, emissão de notas fiscais, apuração de impostos, precificação, contratos, fluxo de caixa e governança fiscal.
A partir de 2026, concreteiras precisarão operar em um cenário inédito: dois sistemas tributários coexistindo por quase uma década, com regras diferentes, exigências técnicas novas e alto grau de dependência de tecnologia. Nesse contexto, contar com um ERP preparado para a Reforma Tributária deixa de ser uma escolha e passa a ser um fator crítico de sobrevivência operacional.
Quando a Reforma Tributária começa a valer?
A Reforma Tributária começa a ser testada em 2026, com alíquotas simbólicas, entra em vigor de forma gradual entre 2027 e 2032 e será plenamente implementada em 2033, quando ICMS, PIS/COFINS e ISS deixam de existir.
Por que a Reforma Tributária aumenta a complexidade no curto e médio prazo
Apesar do discurso de simplificação, a realidade do período de transição é o oposto.
Neste período, as empresas precisarão:
- cumprir legislação atual e nova legislação simultaneamente;
- manter cadastros, regras fiscais e relatórios paralelos;
- recalcular margens e preços conforme a mudança gradual das alíquotas;
- lidar com interpretações ainda em construção (como split payment e fato gerador);
- acompanhar a adaptação de cada um dos estados e municípios.
No webinar promovido pela Topcon, esse ponto foi reforçado: a complexidade não desaparece — ela muda de forma. E empresas sem sistemas preparados tendem a compensar com mais pessoas, mais controles manuais e mais risco.
Cronograma da Reforma Tributária: o que as concreteiras precisam se preparar agora
O cronograma oficial da Reforma Tributária deixa claro que 2026 é o ano mais crítico do ponto de vista tecnológico:
2026 – Ano de testes e adaptação
- Alíquotas simbólicas (0,9%) para CBS e (0,1%)IBS
- Testes e migração para o Ambiente Nacional da NFSe (SEFIN) para alguns municípios.
- Necessidade de adaptação de ERPs, layouts e cadastros para adequação.
- Risco de falhas na emissão de notas se sistemas não estiverem prontos.
👉 Embora não haja impacto financeiro direto, o risco operacional é alto.
2027 – CBS entra em vigor
- Extinção de PIS e COFINS
- Início da cobrança efetiva da CBS
- Ajustes em contratos, preços e propostas
2029 a 2032 – Transição do IBS
- Redução gradual de ICMS e ISS
- Crescente peso do IBS
- Empresas passam a operar com múltiplas combinações tributárias
2033 – Novo sistema consolidado
- Extinção total de ICMS e ISS
- IVA Dual plenamente implementado
📌 Conclusão: quem não se preparar em 2026 enfrentará gargalos operacionais nos anos seguintes.
IVA Dual: impactos práticos para concreteiras
A Reforma cria o modelo de IVA Dual, composto por:
- CBS (federal)
- IBS (estadual e municipal)
Para concreteiras, o destaque está no serviço de concretagem, enquadrado na construção civil, que contará com:
- redução de 50% na base de cálculo;
- alíquota efetiva estimada entre 25,65% e 27,29%;
- crédito integral e imediato sobre bens e serviços adquiridos.
No entanto, esse benefício não é automático. Ele depende de:
- classificação correta da operação;
- preenchimento adequado da NFSe;
- parametrização correta no sistema;
- integração adequada com fornecedores e clientes.
👉 Um erro de enquadramento pode significar perda do benefício fiscal ou questionamentos futuros.
NFSe e o Ambiente Nacional (SEFIN): o maior desafio operacional
Um dos pontos mais sensíveis da Reforma Tributária é a criação do Ambiente Nacional da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (SEFIN).
O que muda na prática
- Parte das prefeituras migrará para o emissor nacional
- Outras manterão sistemas próprios, mas com novos layouts obrigatórios
- As notas passarão a exigir novos campos, definidos no Manual de Especificação Funcional (SEFIN), como:
- Código NBS
- Código CIB
- Indicadores de construção civil
- Enquadramento da redução de base de cálculo
- Identificação clara do local da obra
No webinar da Topcon, ficou claro que muitas prefeituras ainda não disponibilizaram os layouts atualizados, o que cria um risco real para janeiro de 2026: não conseguir emitir notas fiscais.
Pagamentos antecipados, split payment e fato gerador: temas ainda em definição
Outro ponto crítico debatido no webinar foi o impacto da Reforma Tributária sobre:
- pagamentos antecipados;
- contratos de longo prazo;
- vendas com cartão ou parceladas;
- conceito de split payment.
Atualmente, há consenso de que:
- o imposto só nasce com a emissão do documento fiscal;
- regras de split payment ainda estão em definição;
- haverá necessidade de clareza contratual sobre imposto x valor do serviço.
👉 Isso reforça a importância de um ERP que:
- destaque corretamente imposto e serviço;
- apoie a gestão de contratos;
- permita ajustes conforme a regulamentação evoluir.
Por que um ERP será essencial para cumprir as regras tributárias em 2026
Um ERP preparado para a Reforma Tributária precisa ser capaz de:
- operar com dois regimes tributários simultaneamente;
- adaptar-se rapidamente a mudanças legais;
- integrar-se ao emissor nacional e a sistemas municipais;
- automatizar cálculos de CBS e IBS;
- garantir rastreabilidade fiscal;
- apoiar decisões de preço, margem e contrato.
Sem isso, a empresa enfrenta:
- aumento de retrabalho;
- dependência excessiva de planilhas;
- maior risco fiscal;
- perda de eficiência operacional.
Por que ERPs genéricos não atendem às concreteiras
Concreteiras operam em um contexto específico:
- múltiplos municípios;
- logística complexa;
- operações vinculadas à obra;
- regras fiscais da construção civil.
ERPs genéricos não acompanham essa realidade com a profundidade necessária. Por isso, a escolha de um ERP especializado no setor de concreto se torna estratégica durante a Reforma Tributária.
Conclusão: a Reforma Tributária é um divisor de águas para o setor de concreto
A Reforma Tributária não é apenas uma mudança fiscal — ela redefine a forma como as concreteiras:
- emitem notas;
- apuram impostos;
- formam preços;
- gerenciam contratos;
- protegem suas margens.
👉 Empresas que se anteciparem, investirem em tecnologia e estruturarem seus processos agora sairão na frente.
👉 2026 começa hoje. E estar preparado é uma decisão estratégica.
FAQ — Reforma Tributária e ERP para Concreteiras
Quando a Reforma Tributária começa a valer para as concreteiras?
A Reforma Tributária começa a ser testada em 2026, com alíquotas simbólicas de CBS e IBS. A implementação ocorre de forma gradual até 2033, quando ICMS e ISS deixam de existir. Mesmo em 2026, as concreteiras já precisam adequar sistemas, cadastros e emissão de notas fiscais.
Quais impostos serão substituídos pela Reforma Tributária?
A Reforma Tributária substitui cinco tributos atuais — ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI — por dois novos impostos no modelo de IVA Dual: a CBS (federal) e o IBS (estadual e municipal), além do Imposto Seletivo para casos específicos.
O serviço de concretagem terá benefício fiscal na Reforma Tributária?
Sim. O serviço de concretagem, enquadrado na construção civil, terá redução de 50% na base de cálculo do IBS e CBS. Para usufruir do benefício, a concreteira precisa classificar corretamente a operação e emitir a NFSe com os campos exigidos pelo novo modelo.
O que é o IVA Dual e como ele afeta as concreteiras?
O IVA Dual é o novo modelo tributário composto por CBS e IBS. Ele muda a forma de apuração de impostos, estabelece cobrança no destino e garante crédito integral. Para concreteiras, isso impacta preços, contratos, fluxo de caixa e exige maior controle operacional e fiscal via ERP.
O que muda na emissão de NFSe com a Reforma Tributária?
A Reforma cria o Ambiente Nacional da NFSe (SEFIN), com novos campos obrigatórios como Código NBS, Código CIB e indicadores de construção civil. Algumas prefeituras migrarão para o emissor nacional; outras manterão sistemas próprios com layouts atualizados.
O que é o SEFIN na Reforma Tributária?
O SEFIN é o ambiente nacional de emissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica. Ele padroniza layouts, regras e campos fiscais em todo o país. Concreteiras precisam de sistemas integrados ao SEFIN para evitar falhas na emissão de notas a partir de 2025.
As concreteiras precisarão operar com dois sistemas tributários ao mesmo tempo?
Sim. Durante o período de transição da Reforma Tributária, as empresas operarão simultaneamente com o modelo atual e o novo sistema de CBS e IBS. Isso exige ERPs capazes de lidar com dupla legislação, cálculos paralelos e ajustes contínuos.
Por que um ERP é essencial para cumprir a Reforma Tributária em 2026?
Um ERP preparado permite automatizar cálculos de CBS e IBS, adaptar layouts de NFSe, garantir conformidade fiscal, reduzir riscos e manter eficiência operacional. Sem um ERP adequado, as concreteiras enfrentam maior risco de erros, multas e interrupções no faturamento.
ERPs genéricos conseguem atender às concreteiras na Reforma Tributária?
Na maioria dos casos, não. Concreteiras têm particularidades como tributação da construção civil, logística por obra e múltiplos municípios. ERPs genéricos não oferecem a profundidade necessária para garantir conformidade fiscal e eficiência no novo modelo tributário.
O que é split payment e como ele pode impactar as concreteiras?
O split payment é um modelo em estudo em que parte do pagamento do cliente pode ser destinada diretamente ao governo. As regras ainda estão em definição, mas exigirão sistemas preparados para controlar pagamentos, contratos e emissão correta dos documentos fiscais.
O que acontece se a concreteira não se preparar para 2026?
A falta de preparação pode gerar impossibilidade de emitir NFSe, atrasos no faturamento, riscos fiscais, aumento de custos operacionais e perda de competitividade. A adaptação antecipada é fundamental para evitar impactos financeiros e operacionais.
Como a Topcon ajuda as concreteiras na Reforma Tributária?
A Topcon oferece um ERP especializado para o setor de concreto, preparado para integrar-se ao SEFIN, adaptar-se às regras de CBS e IBS, apoiar a gestão fiscal, operacional e financeira e acompanhar continuamente as atualizações da Reforma Tributária.
Qual o melhor momento para investir em tecnologia para a Reforma Tributária?
O melhor momento é agora. 2026 é o ano de testes operacionais e de adequação sistêmica. Concreteiras que se antecipam reduzem riscos, ganham produtividade e chegam aos anos seguintes da transição com processos estruturados e vantagem competitiva.
Posso continuar emitindo NFSe normalmente pela minha prefeitura?
Sim. A emissão de NFSe poderá continuar sendo feita pelo sistema da sua prefeitura, desde que você verifique quais mudanças foram implementadas com a Reforma Tributária.
Alguns municípios manterão sistemas próprios, mas com novos layouts e campos obrigatórios, que precisam ser adequados conforme a documentação técnica da prefeitura.
➡️ Nesses casos, solicitamos que a documentação seja encaminhada para suporte@topconsuite.com , para que nossa equipe realize os ajustes necessários no sistema Topcon.
Já os municípios que aderirem ao Ambiente Nacional da NFSe (SEFIN) exigirão validações específicas. Recomendamos que o cliente faça, ao menos, uma emissão manual de NFSe diretamente no portal nacional para validação:
👉 https://www.nfse.gov.br/EmissorNacional/Login?ReturnUrl=%2fEmissorNacional
Esse teste é importante principalmente para confirmar se o município permitirá a dedução de materiais na base de cálculo do ISS, já que essa decisão continua sendo de competência municipal no momento da adesão ao emissor nacional.
O que preciso fazer para estar pronto para emitir NFSe com os novos impostos (CBS e IBS)?
A Topcon estruturou toda a documentação e os processos pensando em reduzir impacto operacional e garantir agilidade no dia a dia das concreteiras.
Para estar preparado, recomendamos seguir este fluxo:
- Acesse e siga o passo a passo disponibilizado pela Topcon;
- Revise os impostos enviados como exemplo na Tributação 1 (IBS/CBS);
- Vincule a Tributação 1 ao cadastro de todos os materiais;
- Realize os ajustes necessários conforme a realidade fiscal da empresa;
- No último dia de 2025 ou no primeiro dia de 2026 (antes de iniciar as operações), ative o parâmetro “Optante pela Reforma Tributária” no sistema.
A partir dessa ativação, as emissões de NFSe passarão a considerar automaticamente os cálculos dos novos tributos.
⚠️ Importante: a adaptação das prefeituras tem ocorrido em ritmos diferentes. Muitas ainda estão liberando documentações técnicas, e a Topcon está trabalhando de forma contínua para homologar e adequar todos os cenários. Mesmo assim, podem ocorrer instabilidades durante os processos de homologação, especialmente no início.
- Como saber se a minha prefeitura vai mudar a forma de envio e validação das NFSe?
Caso sua empresa não tenha sido comunicada oficialmente por e-mail ou pelo portal de emissão da NFSe do município, a recomendação é:
➡️ Entrar em contato diretamente com o setor responsável pela tributação ou emissão de notas fiscais da sua prefeitura e solicitar informações sobre:
- adesão ou não ao Ambiente Nacional da NFSe (SEFIN);
- manutenção de sistema próprio;
- novos layouts, campos obrigatórios e regras de validação.
A Topcon se antecipou às mudanças dos principais sistemas utilizados em âmbito nacional, mas cada município pode adotar particularidades.
Por isso, é fundamental que as orientações recebidas da prefeitura sejam encaminhadas à nossa equipe, para que possamos realizar os ajustes de forma correta e dentro do prazo.
- Como a Topcon se posiciona diante da Reforma Tributária
A Topcon acompanha de forma ativa a regulamentação da Reforma Tributária e vem se preparando desde já para apoiar as concreteiras em um dos momentos mais desafiadores da história fiscal do Brasil. Mais do que reagir às mudanças, a Topcon atua de forma antecipada, participando das discussões técnicas, analisando impactos práticos no setor de concreto e evoluindo continuamente sua plataforma para atender às novas exigências legais.
A Topcon já está adequando sua suíte de soluções para:
- Integração ao Ambiente Nacional da NFSe (SEFIN), garantindo conformidade com os novos padrões de emissão de notas fiscais de serviço;
- Suporte a prefeituras que manterão sistemas próprios, com flexibilidade para adaptação a diferentes layouts municipais;
- Parametrização dinâmica de CBS e IBS, respeitando regras de transição, enquadramentos e benefícios da construção civil;
- Atualizações contínuas, acompanhando novos layouts, normas técnicas e regulamentações complementares da LC 214;
- Apoio direto e consultivo aos clientes, orientando sobre impactos operacionais, fiscais e tecnológicos durante toda a transição.
O objetivo é claro: permitir que as concreteiras atravessem o período de transição com segurança fiscal, continuidade operacional, previsibilidade financeira e vantagem competitiva.
- Quem é a Topcon e por que ela é referência no setor de concreto
A Topcon é uma empresa com mais de 22 anos de atuação no mercado de concreto, criada a partir de uma vivência real dentro das operações de uma concreteira. Desde a sua origem, a companhia carrega um diferencial essencial: desenvolver soluções a partir das dores reais do setor, e não adaptar sistemas genéricos a uma realidade complexa.
A Topcon nasceu para ocupar uma lacuna histórica do mercado. Antes dela, as concreteiras precisavam contratar diversos fornecedores para atender demandas operacionais, logísticas, fiscais e financeiras. A empresa surgiu para unificar tudo isso em um ecossistema completo, integrado e especializado, capaz de gerenciar o concreto de ponta a ponta.
Hoje, a Topcon é reconhecida como:
O maior ecossistema que impulsiona a indústria do concreto no Brasil e no Mercosul.
- Por que um ERP 100% em nuvem, específico para concreteiras
A solução da Topcon é totalmente hospedada em nuvem, eliminando a necessidade de servidores locais e permitindo acesso seguro, escalável e em tempo real às informações da empresa. Isso se traduz em:
- maior agilidade na tomada de decisão;
- atualizações automáticas;
- segurança da informação;
- mobilidade total para operações modernas.
A plataforma atende concreteiras de todos os portes, do pequeno produtor aos grandes grupos nacionais, com módulos que se adaptam à maturidade e à complexidade de cada operação.
Autoridade de mercado e capilaridade nacional
A Topcon é amplamente reconhecida no setor e possui hoje cerca de 42% de market share do concreto usinado no Brasil. Seus clientes estão presentes em praticamente todos os estados brasileiros e também em países do Mercosul — um nível de capilaridade que nenhuma outra empresa brasileira, com sistema específico para concreteiras, alcançou.
Entre os clientes estão grandes players da construção civil, como Cortesia Concreto, Massa Fort, Superbase, Valebeton, MaxMohr, Concrebras, Superbeton, Ciplan, Concrearte, Engemix, entre outros.
Topcon em números
Os números refletem a escala e a robustez do ecossistema Topcon:
- Mais de 290 clientes ativos no Brasil, Europa e Mercosul
- Mais de 800 centrais de concreto operando com a plataforma
- Mais de 25 estados brasileiros atendidos
- Mais de R$ 4 bilhões em faturamento gerenciados anualmente
- Mais de 1.300.000 de m³ de concreto processados por mês
- Mais de 9.500 veículos rastreados diariamente no TopconFLEET
- Mais de 6 mil usuários ativos todos os dias na Topcon Suite
Esses dados reforçam a confiança do mercado na capacidade da Topcon de sustentar operações críticas, inclusive em cenários de alta complexidade regulatória, como a Reforma Tributária.
Um ecossistema completo, integrado e escalável
A suíte Topcon é composta por módulos desacoplados, porém totalmente integrados, permitindo que cada concreteira monte a solução ideal para sua realidade:
- TopconTECH – controle de insumos, traços, controle de Caps, laudos e relatórios;
- TopconCRM – gestão comercial, propostas e contratos;
- TopconDISPATCH – programação, mapa de produção de concreto e bombas; ;
- TopconFLEET – rastreamento e gestão completa da frota;
- TopconBATCH – automação do processo de pesagem dos insumos;
- TopconCUSTOMER – acompanhamento da obra pelo cliente;
- TopconBI – relatórios e indicadores estratégicos
- TopconFINANCES, TopconBILLING e TopconPURCHASE – backoffice, fiscal, financeiro e compras.
Esse ecossistema garante rastreabilidade total, integração entre áreas e geração de dados confiáveis para decisões estratégicas — exatamente o que a Reforma Tributária exige.
- Por que a Topcon é o parceiro ideal para a Reforma Tributária?
A Reforma Tributária exige mais do que conformidade legal. Ela exige controle, automação, dados confiáveis e capacidade de adaptação contínua. A Topcon reúne tudo isso porque alia:
- profundo conhecimento do setor de concreto;
- tecnologia de ponta;
- escala nacional;
- estrutura robusta de pessoas;
- compromisso com evolução constante.
Em um cenário de transição fiscal longa e complexa, não basta ter um sistema. É preciso ter um parceiro tecnológico que entenda o concreto, acompanhe a legislação e evolua junto com o mercado.
E é exatamente esse papel que a Topcon assume.
Prepare-se para um novo capítulo na gestão do concreto.
Junte-se à revolução com a Topcon e potencialize sua concreteira! 🚀
👉 Fale com nossos especialistas e descubra como integrar suas operações.
Topcon é inteligência concreta para alavancar os resultados da sua operação.





